

Há alguns anos Inhotim persegue a minha vida profissional, de agência em agência, sempre trabalhei com esse cliente. Acompanhei desde o nascimento do Caci naquele enorme sítio, ao seu batizado como museu, centro de arte contemporânea, instituto, e agora só: Inhotim. Hoje fui conferir como público tudo aquilo que sempre vi na tela do meu computador.
Se à primeira visita Inhotim me pareceu um cenário do filme Jurrasic Park, com gansos enormes atacando visitantes, paisagem artificial e uma coleção de incríveis espécies de plantas e flores; à segunda superou tudo isso! Um museu que de museu tem só a parte boa: organização, limpeza, obras de se impressionar e o mais belo ambiente. A céu aberto me deparo com obras enormes e meu olhar custa a se fixar apenas nelas porque um catálogo de palmeiras ao redor não me deixa estar.
Meu cunhado (alemão) me disse que imaginava o Brasil assim. Eu também.
Destaque para as galerias: da esposa do dono, Adriana Varejão, e, a minha favorita, True Rouge do artista Tunga. (fotos acima).Vale pagar os 37 reais do buffet do restaurante, a comida é deliciosa e o prato de cordeiro com hortelã, cuscuz marroquino e legumes é divino!



