Não é uma pedra no rio, é o rio que passa

“Desde que eu e o Adriano Pedrosa [diretor artístico do Masp] fizemos a mostra “Histórias Mestiças” no ano passado, a gente já tinha clara uma questão, que era não chamar nada de arte popular, não usar essas classificações que limitam, rotulam e criam hierarquias. Pensando a partir da antropologia, essa atenção a várias culturas no plural é muito relevante. E a Lina é um exemplo, é pioneira dessa ideia. Ela faz mais do que resgatar uma cultura, porque quem pensa em resgate evoca uma cultura parada. Eu penso cultura como algo dinâmico, uma reelaboração, uma tradição, uma ressignificação, é um pouco nessa perspectiva. Não é uma pedra no rio, é o rio que passa. Adoraria representar esse retorno de uma filosofia da Lina. Não tenho essa veleidade, mas adoraria”

Parceria boa na curadoria do Masp, a antropóloga Lilia Schwarcz se une do diretor artístico do museu Adriano Pedrosa. Leia a entrevista completa aqui: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2015/08/1673863-num-brasil-nervoso-papel-do-museu-e-fundamental-diz-lilia-schwarcz.shtml?cmpid=compfb

 

Comente | Categoria(s): exposições

Related Posts with Thumbnails