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Entrevista com criadora do youPIX, Bia Granja

“Você pode ter audiência, mas não quer dizer que tenha uma comunidade ao redor. Agora a gente quer ter comunidade. Quero ser relevante para o leitor”.

Uma boa leitura lá no Projeto Draft em entrevista com Bia Granja, a criadora do youPIX, sobre a internet hoje e um bocado do que também acredito.

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BEM VINDA FAMILIA A PATTERN!

Depois de quatro anos postando no A Pattern a Day, conclui: o melhor presente que ficou são as pessoas que conheci através do blog e as amizades que se intensificaram por conta dele!

Pensando nisso, eu decidi fazer do A Pattern um blog colaborativo com algumas das pessoas mais incríveis que conheci por ele nos últimos anos!! Aos poucos vou apresentando cada uma e suas colunas especiais :]


Para comemorar este novo momento, um dos nossos colaboradores, o ilustrador Bruno Nunes desenhou uma estampa linda para esta nova fase: vida nova ao A Pattern!!!

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Moldando Afeto

Então veio 2013 e eu ganhei um presentão, passar o ano novo em Paris para rever amigos incríveis e, de quebra, tirei a sorte grande. Eu pude experimentar um jantar maravilhoso de um chef cujo coração é maior que qualquer torta de mãe! E que compartilha todo esse afeto num blog delicioso, corre lá!

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5 razões para blogar

Eu sempre acreditei que fazer um blog muda muito nosso olhar, ou ainda, editar o nosso olhar muda muito nossa maneira de ver a vida. Foi aí que encontrei este artigo sobre 5 razões para você criar o seu blog; o meu item favorito é o 3:

1. Blogar melhora suas habilidades de contar histórias:

Blogar é contar histórias, seja em palavras, com imagens, vídeos ou podcasts. Contar histórias é hoje parte essencial do (conteúdo) de marketing. Mas contar histórias não é tanto sobre o talento, é uma habilidade que precisa constante criação. A prática faz você melhor. E o blog é uma oportunidade perfeita para aperfeiçoar suas habilidades de contar histórias.

2.  Blogar melhora suas habilidades de comunicação:

Ao polir suas habilidades de contar histórias, você também melhora suas habilidades de comunicação. Você que é tímido, introvertido e tem baixa auto-estima, talvez você não saiba como vender a si mesmo? Blogar vai ajudá-lo a superar esse obstáculo. Comunicação significa, essencialmente, transmitir informações a outros. Quanto melhor a sua capacidade de comunicação, melhor que você pode vender suas ideias, habilidades e conhecimentos para os outros. Esta é uma das razões pelas quais eu comecei a blogar em primeiro lugar.

3. Compartilhar é se importar:

Eu sou um defensor de todo o coração da filosofia de que o conhecimento é para ser compartilhado. Os blogs podem ser uma grande plataforma para compartilhar o que você aprendeu e sabe com outras pessoas que possam estar interessadas no que você tem a dizer e aprender com vocês, para que possam melhorar suas vidas.

4. Posicione-se como um líder de pensamento:

Blogar ajuda a construir credibilidade corporativa e pessoal. Na verdade, líderes de pensamento são percebidos como especialistas e todo mundo é especialista em alguma coisa. Quando bem feito, o blog pode dar aos líderes de pensamento grande visibilidade nos resultados do mecanismo de busca. Por isso, com o blog você se conecta com outros. Isso é o quanto importante blogar pode ser.

5. Blogar constrói a sua biblioteca de informação pessoal:

Esta é outra razão pela qual eu decidi blogar. Todos os dias somos bombardeados com toneladas de informações que tentam consumir. Cada um de nós tem o seu / sua própria maneira de olhar para a informação particular. Blogar, no entanto, ajuda a arquivar informações que, mais cedo ou mais tarde, você precisa de novo. Eu navego regularmente no meu próprio blog e, desta forma me lembro de questões, soluções e idéias que eu já poderia ter me esquecido. Às vezes é divertido e um pouco de “impulso do ego” (que todos nós precisamos de vez em quando) para verificar o quão longe você veio.

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Mesa&Cadeira#4: do.good.is

A ideia da Mesa&Cadeira é simples: uma equipe de excelente profissionais que vão botar a mão na massa durante 5 dias (pra não dizer madrugadas) para apresentar no sexto dia um projeto liderado por profissional foda. A quarta edição contou com o pessoal da GOOD, empresa de mídia que publica uma revista e organiza eventos no lema: uma coisa boa por dia ;]

O briefing não podia ser melhor: construir uma plataforma colaborativa de ações positivas. O resultado está online: do.good.is Se você quiser ajuda para tirar um projeto da gaveta, ou mesmo participar de algum que já está lá, do it!

E um brinde de caneca para nossos participantes queridos!

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Kits de presente de última hora

Apareceu um aniversário de última hora e tá sem idéia do que comprar para presentear?! Confira esse link cheio de kits de presente de última hora feitos com muita criatividade e super úteis!

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A cidade é do tamanho que a gente quer

Talvez você não entenda uma mineira perguntando aos paulistas: “O que você ama em São Paulo?”. Mas a ideia do projeto, feito em São Paulo, não é exatamente sobre São Paulo. Claro, amar a capital do caos é difícil e reforçar alguma pontinha de amor é um exercício diário! Mas isso vale para qualquer lugar. “O que você ama em Belo Horizonte?” poderia ser a minha pergunta. “O que você ama em Brasília?” poderia ser outra.

Por isso mesmo eu me encantei com a idéia do blog da Dani e da Carol, o Quadrado: a cidade é do tamanho que a gente quer. São Paulo já foi um quadrado tão grande que me engoliu, Belo Horizonte já foi um quadradinho minúsculo – que eu mal enxergava – e Berlim já foi do tamanho exato do meu coração. Mas estas escalas alteram proporcionalmente aos momentos da minha vida. Belo Horizonte já foi do tamanho do meu coração, Berlim muito grande e São Paulo um quadrado cheio de amigos.

Então, não importa onde você mora, procurar o que se ama na cidade em que vive é o importante. Ocupar a cidade de uma maneira diferente pode transformá-la em algo muito muitooo muitoooo melhor. Tente! Se pergunte: “O que eu amo na minha cidade?” e vai lá se descobrir.

Anna Cunha at Wanderlust


Tem que conhecer, tanto o trabalho delicado e precioso da Anna Cunha quanto o blog que eu adoro Wanderlust!

A Pattern a Day Cards


Finalmente, fiz alguns cartões do blog ;]

“Curadoria” é o novo “Design”

Quando eu estudei design gráfico há uns 5 anos, era um sucesso falar: sou designer. Desde então, o termo “design” virou um acessório e ser “designer” ficou desconectado da profissão – e dos meus 5 anos de ensino superior. Depois de ler este texto aqui, do blogueiro Yimmy Yayo, percebi esta mesma questão. Yimmy é, segundo o NYTimes, editor de um “sexy, well-curated blog”. Mas ele mesmo se irrita ao escutar o termo: curador. Aposto que alguns curadores de arte, estes com PhDs em Goldsmiths, podem ficar com a mesma impressão. O termo curadoria virou moda e caiu na definição dos blogueiros.  Todo este debate começou na rede por conta desse site aqui: Curator’s Code. Alguns editores de importantes blogs se reuniram em pró do [via], ou seja, creditar os posts compartilhados à sua fonte de leitura. A reunião de alguns hiper linkados incomodou aos que não faziam parte deste projeto. E é aí que o texto de Yimmy fica interessante:

“If Goethe had lived long enough to chide Mann for writing about Faust and giving a “ᔥ” to Marlowe but forgetting to give a “↬” to Goethe. (via MattLanger)

First, let’s just get clear on the terminology here: “Curation” is an act performed by people with PhDs in art history; the business in which we’re all engaged when we’re tossing links around on the internet is simple “sharing.” And some of us are very good at that! (At least if we accept “very good” to mean “has a large audience.”)

I’m also a big fan of the internet’s native form of attribution, the hyperlink. Yet the Curator’s Code seeks to bolt an additional piece of ultimately vestigial metadata onto this native form—the “ᔥ”—an addition only made necessary so as to distinguish this one particular form of attribution from that other one which Popova and others are so eager to see elevated: the “via.”

[...]Usually the greatest sin of omitting a “via” is denying someone else the moment of flattery that comes with the recognition that some other person follows whatever it is they have to share, whereas omitting a link to original content is, you know, stealing.

But come on now, none of us here is Averroes rediscovering Aristotle or Poggio Bracciolini serendipitously plucking Lucretius off a dusty shelf—this is people posting pictures of yawning kittens on Tumblr blogs we’re talking about here. And yet we see this sort of thing happen all the time on the internet, all these great hand-wringing debates over “proper” attribution (“proper” usually meaning “sending traffic my way as a reward for finding something first”).

And it all stinks to high heaven of self-importance. Aggregators! Arguing about who aggregated what first!!

So much ink has been spilled over something so ridiculously petty. People seem downright incapable of the innocent excitement that comes from seeing other people enjoy a piece of solid writing—and this sadly seems unlikely to change, at least until we change the very language we use to describe it, since by calling the activity of people who traffic in links “curation” instead of “sharing” we imbue it with all sorts of hollow importance and circumscribe it as something wholly apart from the selfless and benevolent sharing of knowledge.

The self-described “curator” of the modern day web seeks special recognition for what is nothing more than a pattern of behavior that distinguishes an individual from those with uncurious, idle minds. Rather than issuing demerits on the latter we’re instead being invited—no! implored, rather, via an “actionable code of ethics”—to heap praise upon the former. And I’m sorry, but I refuse to be bullied into giving people credit for shit they’re supposed to be doing, especially not when that comes at the price of devaluing the most important object of attribution—original content—by setting it up as just one among a multitude of things deserving of attribution. I don’t know what sort of addled reading of Barthes it must’ve taken to get here—to employ phrases like the “creative and intellectual labor of information discovery” and “a form of authorship”—but the often tortuous act of writing compared with the reading of someone else’s writing are two vastly different things, not just simple variations of unicode runes”.

Dica do Mariano Santoro.


 

 

 

 

 

 

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