interiores

E aí meu olho brilhou…por Débora Andreucci

“Um pouco sobre mim.
Sobre a minha alma.
Sempre gostei de flores.
As flores me dizem tanto.
Quantas histórias interessantes um florista tem para contar? Sou curiosa.Vou perguntar.
Há quem relacione as flores com experiências felizes, e outros com momentos tristes.
Uma rosa, por exemplo, é o presente ideal para alguém que queria fazer sorrir, seja no aniversário,
na comemoração de uma paixão, no nascimento de um filho. Mas também pode ser o símbolo de
uma despedida de alguém que partiu.
É tão sútil a forma como transmitem o melhor dos sentimentos em mim.
Belas cores, cheiros marcantes, texturas intrigantes.
Transformam qualquer dia cinza no mais colorido e feliz dos dias.
Eu me dou flores. Toda semana.
Elas crescem e florescem junto comigo.
Dentro da minha casa, são testemunhas da minha rotina.
Cheguei a uma conclusão.
Além do meu cachorro, e meu marido, elas são minhas melhores ouvintes.
Não há remédio melhor que cure uma tristeza, uma desilusão, um mau humor.
Não há nada melhor do que aliar uma flor a um dia encantador.
As flores são o reflexo do que é verdadeiro.
E uma inspiração eterna para toda a minha vida.”

Estou muito feliz! A Dé é a nova colaboradora do A Pattern e vai postar por aqui imagens inspiradoras de decoração <3 Para quem não conhece esse olhar especial, é ela quem faz, junto às irmãs, o delicioso Inspiration Page!

1 Comentário | Categoria(s): interiores

Pattern Paint Rollers

Quem já pregou papel de parede sabe o sofrimento que é. Daí você entende como eu fiquei enlouquecida com esses rolinhos de estampa. A venda na etsy.

 

The D.I.Y House by Asylum

Asylum criou essa casa feita de fita isolante colorida, faça você mesmo. [via]

Olga Kostina with 30,000 plastic bottle caps

A russa Olga Kostina decorou a sua casa de madeira com tampinhas de plástico. Morri! [via]

São Paulo: CHOU

Não há nada que eu mais ame do que o aconchego de um quintal dos fundos cheio de plantas e luzinhas. Ainda mais no meio de São Paulo! Eu confesso que fui levada até o restaurante CHOU por essa foto acima. E porque o “Where the fuck should I go to eat?” me disse. Mas o que ninguém me disse é que o ambiente é ainda melhor que todas essas fotos, o atendimento é impecável (e que uniforme mais FOFO das garçonetes) e a comidaaaaaaa: nnnhammm!!! Fui aos céus e voltei. Tudo fresco, tudo delicioso. Recomendo super!

 

 

São Paulo: Coffee Lab

Foi a minha amiga Mayra quem me indicou o CoffeeLab, na Rua Fradique Coutinho, 1340. Dá gosto ver tanta paixão transformar uma simples cafeteria em uma verdadeira aula de degustação de cafés (o curso de barista de lá é super recomendado). Escreva nas paredes, entre direto na cozinha para fazer o seu pedido e sente-se entre as árvores para degustar o melhor momento do dia: o do cafezinho. Se quiser também tem abraço grátis, muito amor!

Ikea: A world without textiles

Este vídeo me lembrou a exposição do ano passado da Li Edelkoort: Talking Textile. Como viver sem tecidos?! ;]

Li Edelkoort about Brazil

Quando o escritório em que trabalho foi chamado para palestrar no Congresso de Inovação em Decoração e Design da AMIDE 2012 sobre botânica, em Inhotim, logo sugerimos uma palestrante internacional para entrar na programação: Li Edelkoort. Holandesa radicada na França, Li é uma das maiores autoridades em previsão de tendências e sua principal divulgadora. Ela faz análise de estilo de vida e design para marcas líderes do mundo desde 1992 e suas revistas são altamente influentes nas indústrias criativas.

Eu, que sou fã há tempos, troquei algumas palavras com ela e tiramos uma foto para o blog. Foram duas palestras: sobre a revista bloom – tendências gerais sobre design x botânica – e sobre o design de interiores e as casas do futuro. Li começou falando uma frase que ficou na minha cabeça: “ You must be truly brazilian in order to become global”, ou, você têm que entender muito bem as suas raízes porque elas sim são relevantes no mundo globalizado. Foi esse o ponto de partida para abordar o rico discurso sobre a importância do retorno a valorização do local, do manual, das tradições e do familiar.

Ao final, tive de perguntar: “Então, o que existe no Brasil que é relevante globalmente?”. Li, em resposta ao meu sorriso e maravilhada com sua visita a Inhotim, disse: “A vitalidade; a enlouquecida paleta de cores brasileira; o rico trabalho com materiais como: a cerâmica, a madeira, os minerais e as fibras; e sim, a felicidade. O mundo está em crise, aproveitem o fato de existe em vocês uma alegria interna e transforme-o”.

 

 

 

 

 

 

 

 

Lang & Baumann

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