moda
Jardin Fashion
Desde que me mudei para São Paulo, vira e mexe alguém me pergunta onde eu comprei uma peça de roupa da Jardin. Conheci a Bhárbara, estilista da marca, numa feira de design e me apaixonei pelas suas criações! No início deste ano, ela entrevistou alguns profissionais que admira para o blog da marca e os presenteou com dois looks.
Eu fui uma das entrevistadas e, dentro da proposta, decidi brincar. Presenteei duas amigas queridas que ficaram em BH com um dia de produção e fotos no atelier da marca – uma forma de estar presente em suas vidas, mesmo a distância.
A Dani é das mães mais dedicadas que conheço, artista de muito talento e dona de um humor ácido! A Lorena é uma designer de coração, com quem eu dividi bons momentos no trabalho e um tantão de música brega.
Duas amigas que tenho sempre perto, mesmo longe <3


Para quem não mora em Belo Horizonte, a Jardin vende online, corre lá!
Um novo espelho

Neste último mês ganhei um presente. As meninas queridas da Oficina de Estilo me chamaram para participar como voluntária nas aulas de personal styling de uma primeira turma bem especial. Eu, que queria muito reiventar uma vida, topei na hora ser a cobaia de Luanda, uma pernambucana mãe de João e Irene que se aventura na tal nova paixão mundial: fazer o que ama.
Nem sei se cabe dentro do termo “consultora de estilo” tantos desdobramentos de um trabalho tão especial. Eu achei que aprenderia sobre cores, sobre truques de estilo, sobre guardaroupas organizados e consumo com foco. Aprendi que tudo isso, na verdade, é uma constante descoberta. Abrir o armário e inventar personagens é uma brincadeira que fazemos desde que calçávamos os sapatos das nossas mães. E não tenha dúvida que querer se fantasiar é um exercício e tanto para a nossa auto estima.
Talvez, quem tenha passado por esse processo tenha outras percepções, mas o que ficou de valioso para mim foi justamente redescobrir meu corpo na frente do espelho (aliás, na frente do iphone da Luanda mesmo – há 4 meses moro sem espelho em casa).
Descobri que tenho uma sabonetera (sim, não fazia menor ideia do que era), que “pega frango” é o “pescador” pernambucano, que sou mineira barroca e paulista arquiteta e – o óbvio – que sou outra mulher de salto!
Mas mais que tudo isso, entendi que todas essas desconstruçōes e reconstruções de um guardaroupas vai muito além do consumo. Afinal, quem abre meu armário se assusta com tanta pouca coisa. Mas que, nos exercicios de estilo, se multiplicou!
A Luanda possui dois olhos de criança para criar, um coração de mãe para saber lidar com aquilo que é tao íntimo – o nosso corpo – e uma sensibilidade escorpiana aguçada para se aprofundar em questões que vão além moda.
E o que eu vou levar dessa experiência além da amizade e todo esse aprendizado? Às vezes, é preciso comprar um novo espelho.
Saiba mais sobre o curso da Oficina de Estilo aqui.
Sobre a Luanda:
Me formei em design já fiz especializações na área de comunicação e moda. Sou do Recife, mas em São Paulo há quase 6 anos. Jurei não perder meu sotaque jamais e tenho conseguido manter minha promessa. Dirijo mal, mas tenho boa vontade. Sou mãe de dois filhos lindos e tenho certeza que essa é uma das funções que melhor faço na vida. Adoro gente e foi isso que me fez querer trabalhar como consultora de estilo. Me formei consultora com a Oficina de Estilo por acreditar (muito) na metodologia delas, que busca entender as prioridades das mulheres, antes de querer vesti-las como moças de revista. Se conhecer para se mostrar ao mundo da melhor forma possível. É um trabalho bonito de ver e de fazer, porque resgata valores e reafirma vontades, através da roupa, que é um instrumento muito poderoso
lua@basique.com.br, facebook.com/basiqueconsultoria e @luabfonseca
























































