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The digital revolution of the last decade has unleashed creativity and talent in an unprecedented way, with unlimited opportunities. But does democratized culture mean better art or is true talent instead drowned out?
Presente de Aniversário!! Birthday Giveaway!!
O blog completa hoje 3 anos!! Para comemorar, eu fiz alguns desenhos para sortear de presente aos meus leitores queridos! São 5 quadrinhos lindos a serem sorteados no dia 30 de janeiro.





Para concorrer, basta responder este formulário:

Com esta pesquisa, quero conhecer melhor o perfil do meu leitor para procurar parceiros e patrocinadores que apoiem o blog. Por isso, não se preocupem, seus dados pessoais não serão divulgados e nem vendidos para nenhuma empresa chata de spam! ;] A data final para preencher o formulário e concorrer é dia 29 de janeiro, não deixe de participar! Muito obrigado pela visita, carinho e apoio sempre. Boa sorte!
Obs: Meu obrigado mais especial à Julia Mesquita!!
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Today A Pattern a Day Blog completes 3 years old!! To celebrate, I have made some drawings to give away for my lovely readers. There will be 2 kits with three beautiful drawings to be given away on January, 30th! To compete, you must fill up this form with a quick survey:

With this research, I aim to get to know better my readers so I can search for partners and sponsors to support this blog. But do not worry, I will not publish any of your private information or sell it to those annoying spam companies, I promise ;] The final date to fill up the survey is January, 29th! Thank you so much for your support and love always <3 Good Luck!
Ps: Please note that it’s not always easy to send the drawings overseas as they are framed, but we promise to do our best!
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Sorteio realizado!! Parabéns a Lígia Deltrejo, Dinéa, Juliana Martins, Tainah e Juliana Bernardinho! Já entrei em contato com todas por e-mail. O envio será feito assim que eu tiver o endereço de todas ;] Obrigado a todos que participaram!!!
Congratulations Lígia Deltrejo, Dinéa, Juliana Martins, Tainah e Juliana Bernardinho! I’ve already sent an e-mail to the winners. Thanks everyone who have participated ;] Lots of love!!!

This Is Generation Flux

Bem relevante este artigo da FastCompany sobre uma nova geração no mercado de trabalho, os Flux-ers. Gente que sabe lidar com maior facilidade as situações instáveis e caóticas pelas quais as empresas (americanas, principalmente) andam passando. Observação especial a esta passagem: “From the rise of Facebook to the fall of Blockbuster, from the downgrading of U.S. government debt to the resurgence of Brazil, predicting what will happen next has gotten exponentially harder.”
A palavra de 2011: curadoria

Eu vou arriscar dizer que esta palavra resume 2011.
No começo da Internet, era a curadoria. As pessoas criavam listas e diretórios com tudo aquilo que lhes interessavam e colocavam online. Depois, veio a pesquisa algorítmica para acompanhar o volume e a velocidade da informação. O Google e a engenharia reversa tomaram o lugar da seleção feita-a-mão. Mais aí, as buscas ficaram muito rígidas.
E o usuário ganhou mais voz. Virou co-criador do que consome, autor do seu Facebook, editor do seu Blog, escritor do seu Twitter, diretor do seu canal de You-tube e colecionador no seu Pinterest. Selecionou a dedo os itens da sua vitrine Svpply, escolheu suas roupas no Lyst e fez sua própria rádio Last.fm. Até no jornalismo, o conteúdo selecionado pelos usuários alimentou desde as mídias de notícias tradicionais até o Storify.
Surgiram comportamentos como o “faux shopping”; o usuário entrava em sites de compra como, por exemplo, o Net-a-Porter, montava looks incríveis no seu carrinho de compras e ao invés de fechar a compra, fechava era o browser. Retornamos à curadoria.
O boca-a-boca virou a melhor propaganda. O que um amigo te indica vale mais do que qualquer anúncio. Porém, nunca antes, foi tão fácil comprar a voz de quem indica. É por conta disso que os blogueiros pop-stars são altamente criticados e já dão sinais de perda de credibilidade.
Alguns podem apostar que novas tecnologias virão para retornar o ciclo das buscas para o campo da engenharia novamente. Outros vão arriscar dizer que a curadoria será ainda feita-a-mão, porém, a várias mãos. Se um amigo indicou, o outro também e vários outros amigos desses amigos também, fica mais fácil de acreditar que não pagaram jabá para todo mundo. Em 2012 ainda vamos ouvir muito essa palavra, ou o termo: “social curating”.
Além disso, pessoalmente, estudar curadoria foi o melhor de 2011. E que venha 2012!
[foto]
How to…2011 by Jaakko Pallasvuo

Eu acho que esta foi a melhor retrospectiva de 2011 que alguém poderia fazer: local, online, compartilhado e feito-a-mão. “Como ser bem sucedido no mundo da arte”, em videos toscos (e pertinentes) do islandês Jaakko Pallasvuo. [via]
Seus dados, meu lucro.



Eu costumo dizer que trabalho para o Facebook há uns 2 anos quase. Trabalho até os finais de semana. Inclusive em horários alternativos. Alimento todos os dias o meu perfil e minha rede de conexões de informações pessoais – de graça. Quando me convidam para participar de mais uma rede social nova, logo penso: mais trabalho!
Lendo este artigo aqui, descobri dois projetos novos interessantes de redes sociais alternativas. A primeira, o Chime.in promete até que uma parcela do lucro vá para você, produtor/consumidor. Diferente do Facebook, a Chime é construída a partir dos seus interesses e não dos seus amigos. Assim, você faz novos amigos através do universo que você compartilha. Claro que ninguém aqui pensou que grande parte do sucesso das redes sociais é justamente bisbilhotar a vida alheia. Afinal, curiosidade pode não matar, mas faz dinheiro.
Outra opção, boa para quem realmente entende que a grande “bola da vez” das redes é ter o controle do maior banco de dados do mundo – e fazer o que bem quiser com ele – é a Personal, que promete uma rede social mais segura, aonde o controle de dados é todo seu.
Faço das palavras de Alex Keith as minhas:
“Since, on the domestic front, the producer is effectively the same as the consumer (we all buy stuff with the money we get from making stuff to buy), the Internet’s current social dynamic is strikingly lopsided. Producers are perceived as consumers (check), but producers are not being compensated enough—or even at all—to actually become the consumers needed on the other side of the equation. This actually has serious implications. I’d encourage anyone highlighting income inequality within mature economies to assess the market value of their own production and demand a fare compensation from the social networks currently distributing it.”
DIY Exhibition at MFK Frankfurt




Podemos dizer que tudo começou com os pequenos consertos que as mulheres faziam nas suas roupas e suas costuras para a família enquanto os homens arrumavam alguns problemas da casa e construíam modestos móveis para o uso diário. A história do DIY, ou do faça-você-mesmo, é o tema desta exposição que vi no Museu da Comunicação, em Frankfurt. Em um ambiente super equipado com todas as tecnologias imagináveis, o visitante é incentivado a, literalmente, construir sua leitura. A minha parte favorita foi esta da foto abaixo: cada código de barras que você passava no visor correspondia a uma vídeo-documentário sobre o comportamento de consumo de diferentes décadas. Inteligente e extremamente relevante – tendências como a “feito à mão” e a “co-creation” tem sua narrativa construída aqui – esta exposição é imperdível!

Poetizando o Fordismo


Há algum tempo a gente vem observando a avalanche de vídeo-poesias, verdadeiras odes ao feito-a-mão. Sim, já sabemos que os paises desenvolvidos têm de voltar a valorizar este tipo de trabalho e retornar à produção para dentro de casa. Que não há vagas para tantos doutores ( e que, depois do o aumento das taxas, não haverão mesmo tantos doutores). Que enobrecer tudo que é braçal vai ser, perdoe o trocadinho, uma “mão na roda”. Já percebemos que não é mais nem uma questão de competição com os produtos feitos na China. Que vai muito além da sobrebivência. Para mim, é mais por aqui ó:
A society in which intention and focus are on top and intensity and wastefulness are at the bottom—also existing, perhaps, on the romantic margins of leisure, of bohemianism and puberty—is being reshuffled into a society where all these relations are reversed. And if we accept that this is a social fact, we can describe this development in terms of a larger diagnosis of the transition from Fordism to post-Fordism, from a society of discipline to one of control, as the victory of artistic critique as described by Luc Boltanski and Ève Chiapello, or in terms of the much-touted ideas of the artist as entrepreneur and of the creative cities in which the creative class allegedly leads a life that is as creatively intense as it is economically productive and successful.
[...]
All these early models of a wasteful working environment, however, still have a good-natured entrepreneur holding the whole thing together. Someone who is, deep-down, a Fordist planner, incorporating the irrationalism of disruption and wastefulness at selected moments, much like a forest official who shoots some game to manage the wildlife stock or a firefighter who sets a fire to fight a larger fire. This situation changes the moment the traditional style of entrepreneurial subjectivity—planning—meets two new competitors: on the one hand, the casino-style capitalism that has served as its own form of income, but has also come under increasing public scrutiny; on the other hand, the invention of the “passion to perform”—prominently manifested in Deutsche Bank’s motto: “Leistung aus Leidenschaft”—which is to say, the introduction of entrepreneurial principles into the everyday operations of business.
In today’s working world, that belief can be sustained by agreeing to an exchange (outsourcing, freelancing, and sham freelancing provide the corresponding economic and social form) that functions this way: I forsake any possibility of projecting myself as a private self, independent from my work, ultimately also renouncing any chance at negotiation, co-determination, or living the conflict of interest between capital and labor, and instead project myself as a holistic total self that is identical to my work. In return, I regain the intensification, the force, the power of my early years. All the miserable humiliations I suffer, as well as the successes that fill me with euphoria, are pushed as far as possible into the sub-subjective realm, the realm of psychology—of emotional experience. I agree to talk about them in the language and imagery of a widespread narcissism and its models and stereotypes, as events taking place between me and myself, between I and the self, where they constantly engender provisional objectivations of these experiences as they are displaced into my inner life. The result are rituals of introduction and bar-chatter openings of “I’m the kind of person who….”. [Trecho deste texto incrível de Diedrich Diederichsen]
Occupy Wall Street

We are the 99 percent. We are getting kicked out of our homes. We are forced to choose between groceries and rent. We are denied quality medical care. We are suffering from environmental pollution. We are working long hours for little pay and no rights, if we’re working at all. We are getting nothing while the other 1 percent is getting everything. We are the 99 percent.



