A Pattern a Day está de férias! Quem posta por aqui hoje é a Elisa, do blog queridíssimo Bonito isso:, das fotos mais lindas e do texto mais doce.
Oi : )) Meu nome é Elisa. Ana me convidou pra fazer um post no blog dela. Obrigada, Ana. Aí vai o que escolhi compartilhar com vocês.

Vira e mexe a gente ouve dizer algo do tipo “não se fazem mais artistas como antigamente, a verdadeira arte morreu.” Hmm, ainda bem que as coisas mudam, né? Grande enjôo seria a mesmice.
A arte contemporânea está cheia de bobagens, não dá pra negar. É que o mundo está. É sempre bom lembrar que a arte é a expressão da sociedade do seu tempo. E a gente anda num vazio danado.
Outro dia entrei numa das galerias badaladinhas de Nova York, no Chelsea, a David Zwirner e, qual não foi a minha surpresa, quando me deparei com uma das maiores salas da exposição vazia vazia, mas não tão vazia: no canto esquerdo, ao fundo, havia uma bagunça de papel alumínio friamente disposta em forma de obra de arte. Sentiu?
Ando pelas ruas e vejo arte brotando de todas as partes. Grafites, pinturas, intervenções. Os entendidos que me perdoem, mas a arte contemporânea, de verdade, é a street art. Se arte é algo que toca, a arte de rua tem dado um show.
Para começar, ela não está presa nas galerias nem em museus. Não exige conhecimento, refinamento, estudo, fala com todas as classes sociais, não cobra entrada. Aliás, não tem preço. Não dá pra comprar. Quer revolução maior?
Está em cartaz aqui em Nova York o filme “Exist Trought the Gift Shop -- A Banksy film”. Absolutamente imperdível.

Falar mais o que, né?












































